a natureza tem a nossa marca
casa bem com
Laranja Em recipiente fechado na parte inferior
do frigorífico 3 a 4 dias
temperatura 0º |
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dias 4 |
Se comprar a carne no balcão de atendimento,
deve conservar a mesma no frigorífico.
Existem ainda outras formas de consumir como:
cozido e frito.
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1. Coloque o pato num tabuleiro de forno e tempere-o com sal, pimenta e 3 dentes de alho picados. Mantenha os restantes dentes na cabeça de alho e coloque-a na cavidade do pato.
2. Numa tigela misture o mel com o sumo de laranja e regue por cima do pato. Coloque na cavidade do pato duas metades de laranja. Deixe descansar por 15 minutos.
3. Regue com azeite e leve o pato ao forno a cozinhar durante cerca de 40 minutos a 200ºC. Vá regando com água e com o molho que vai ficando no fundo do tabuleiro.
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Há muito que a carne de pato é apreciada pelo Homem. Embora os gregos e egípcios da antiguidade não lhes façam referência, sabe-se que já no tempo do imperador Júlio César (século I a.C.) estas aves viviam em cativeiro na Roma antiga, o que pressupõe o seu consumo. Na China, durante a dinastia Yuan (século XIII), a carne de pato tornou-se conhecida pelas suas excelentes qualidades gastronómicas. Era comum o imperador sair para caçar uma raça selvagem de patos com penas brancas, de Pequim, e fazer banquetes com a sua deliciosa carne. Nessa época o seu consumo era restrito à corte imperial e servia-se na forma de pato à Pequim (assado), mas com o passar do tempo a carne desta ave democratizou-se, chegou ao povo e hoje a receita apreciada pelos nobres de então é uma das mais típicas e famosas da culinária chinesa.
Com carne vermelha de textura macia, uma camada de gordura generosa a envolver todo o corpo e um sabor rico, delicado e inconfundível, o pato tem conquistado adeptos um pouco por todo o mundo, tanto no que diz respeito à preparação como no que se refere ao consumo, ou seja, agrada aos mais afamados chefs de cozinha e também aos comensais que não dispensam os prazeres da boa mesa.
Prestando-se a diversas preparações culinárias,o cardápio da gastronomia francesa eleva a carne de pato ao estatuto gourmet, com o magret, o confit, o soufflé e o foie gras de canard como exemplos de uma haute cuisine sofisticada. Nós, por cá, também lhe fazemos honras, não tão requintadas mas muito saborosas, com o arroz de pato e o pato assado no forno nas preferências dos paladares nacionais.
Se está entre os apreciadores de carne de pato, então saiba que a mesma é uma escolha altamente nutritiva e saborosa. A sua carne é uma boa fonte de proteína de alta qualidade e sem a pele tem ainda menos calorias do que o frango sem pele. Por isso, esta carne pode fazer parte de uma dieta variada e equilibrada.
De facto, se não se consumir a pele, a carne de pato tem cerca de 6 g de gordura por cada 100 g de carne, em vez de 38 g de gordura por 100 g.
Este facto faz com que o teor calórico da carne de pato fique muito próximo de outras carnes brancas.
Esta carne é ainda fonte de vitaminas do complex B, nomeadamente tiamina, niacina, riboflavina, vitamina B6, B12 e ácido fólico.
Relativamente aos minerais é fonte de ferro, fósforo, magnésio, cálcio, potássio e zinco.
Niacina: Contribui para o normal metabolismo produtor de energia e ajuda no funcionamento do sistema nervoso e na normal função psicológica. Contribui ainda para a manutenção de mucosas normais e de uma pele normal e para a redução do cansaço e da fadiga.
Riboflavina: Esta vitamina tem um papel benéfico a nível dos glóbulos vermelhos, da pele e da visão normal. Ajuda também na proteção das células contra as oxidações indesejáveis.
Ácido Fólico: Contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário, participa na síntese normal dos aminoácidos, ajuda no processo de divisão celular e no crescimento do tecido materno durante a gravidez.
Cálcio: Ajuda na coagulação do sangue e tem um papel no funcionamento muscular e das enzimas digestivas. Este mineral é também necessário para a manutenção de ossos e dentes normais.
Potássio: Contribui para o normal funcionamento muscular e do sistema nervoso. Tem um papel na manutenção da pressão arterial normal.
Zinco: Ajuda na manutenção de ossos, cabelo, unhas, pele e visão normal. Contribui também para o normal funcionamento do sistema imunitário e tem um papel na proteção das células contra as oxidações indesejáveis. Auxilia ainda no metabolismo dos hidratos de carbono e tem um papel na síntese normal do ADN e das proteínas.
O pato é um dos poucos animais da natureza que pode andar, nadar e voar com razoável competência. É o único animal que consegue dormir com metade do cérebro e manter a outra em alerta. É dotado de perfeito senso de direção e comunidade. Após ter sido domesticada, passou de ave monógama a polígama. 90% dos cerca de mil milhões de patos domésticos do mundo encontram-se na Ásia. É na China, Malásia e Vietname que se concentra a maior parte dessas aves. Um pato pode viver cerca de 15 anos e atingir mais de seis quilos de peso. As fêmeas põem cerca de 100 ovos por ano. Desde o ano 2000 que o consumo de carne de pato na China passou de 1,4 kg para 2 kg por pessoa/ano.