a natureza tem a nossa marca
casa bem com
BAtata a murro
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Em recipiente fechado no frigorífico 3 a 4 dias
Se congelar, a carne mantém as suas propriedades durante mais tempo.
Quanto maiores forem os cortes, mais dificilmente se deteriora.
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temperatura 2º |
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dias 4 |
E outras formas consoante o corte escolhido.
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1. Corte a carne com pequenos pedaços e coloque-os num recipiente, adicionando os alhos, o vinagre, o molho inglês e o louro. Deixe marinar durante 2 horas.
2. Numa panela, coloque o óleo, junte a carne e deixe fritar até ficar dourada por igual. Acrescente a cebola, os tomates cortados em cubos, a polpa de tomate, os coentros, sal e pimenta. Deixe refogar.
3. Adicione a água quente, deixe cozinhar lentamente com a panela tapada durante cerca de 60 minutos, mexendo de vez em quando.
4. Quando a carne estiver bem macia e o molho espesso, retifique os temperos.
5. Retire do lume e sirva acompanhado de arroz branco e esparregado.
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O arquipélago dos Açores simboliza o casamento perfeito entre o azul do oceano Atlântico e o verde das pastagens, que as chuvas frequentes mantêm sempre viçosas. É neste cenário magnífico, com condições inigualáveis na Europa em termos de clima e de solos, que os bovinos dos Açores se alimentam todo o ano, dando origem a uma carne de excelência cujas características únicas foram reconhecidas com a atribuição da denominação Indicação Geográfica Protegida (IGP).
Assumindo a possibilidade de apresentar ou consolidar junto dos consumidores um produto de qualidade superior, com características únicas, a Região Autónoma dos Açores solicitou a proteção da marca junto das autoridades comunitárias e assim surgiu a Carne Alentejana IGP, na senda do que já havia sido feito com outros produtos açorianos, como o Queijo de S. Jorge – DOP (Denominação de Origem Protegida) e o Ananás dos Açores – DOP. Segundo a Federação Agrícola dos Açores (FAA), em 2000 foi reconhecida a Indicação Geográfica e em 2003 a Proteção pela Comissão Europeia, elevando a Carne Alentejana IGP à restrita lista de produtos de carne fresca de qualidade onde se encontram a Carne Mirandesa e a Carne Maronesa, entre outras.
A designação Carne Alentejana IGP abrange os bovinos nascidos, criados e abatidos na Região Autónoma dos Açores (nas ilhas de Santa Maria, Terceira, São Jorge, São Miguel, Faial, Pico, Corvo, Graciosa e Flores) que respeitem determinadas classes etárias e os moldes tradicionais de produção, que tem por base as pastagens naturais. As crias são amamentadas pelo menos até aos 3 meses e, a partir desta idade, passam a ter uma alimentação tradicional, baseada no pastoreio rotacional nos característicos cerrados – as parcelas de pasto divididas com a pedra vulcânica que são uma das imagens emblemáticas das ilhas.
Está comprovado que a carne dos animais alimentados à base de forragem tem um valor nutricional e dietético superior aos que têm um regime alimentar à base de cereais. Segundo a FAA, este valor deve-se ao baixo teor de gordura e de elevada presença de ácidos gordos indispensáveis à saúde humana, como os famosos ómega 3 e CLA (ácido linoleico conjugado), com efeitos protetores face às doenças cardiovasculares e alguns tipos de cancro. A Carne Alentejana – IGP é ainda rica em betacarotenos e caracteriza-se por ser tenra, suculenta, de coloração rosada, com ligeira infiltração de gordura intramuscular e um sabor e aroma característicos.
Tendo em conta que o selo Indicação Geográfica Protegida “Açores” diz respeito às condições naturais de produção de erva para a alimentação, não existem especificações quanto ao uso de raças. A Limousine, a Charolesa e a Simmental Fleckvieh estão entre as mais utilizadas no sistema de vaca aleitante em cobrição natural. Neste arquipélago, cerca de 94 por cento da superfície agrícola útil corresponde a pastagens, prados e forragens, o que denota bem a importância estratégica da produção da carne bovina para a economia açoriana.
Segundo a Federação Agrícola dos Açores (FAA), a produção de carne de bovino remonta à época do povoamento das ilhas do arquipélago, em meados do século XV. Desde então, a qualidade das pastagens das ilhas vem influenciando o sabor e o aroma da carne dos bovinos, fazendo com que, ao longo dos tempos, estas qualidades tenham sido registadas por diversos historiadores, entre eles Gaspar Fructuoso, um historiador, sacerdote e humanista natural de Ponta Delgada, que viveu entre 1522 e 1591.
Sabia que se colocar o bife em caldo de abacaxi este fica mais macio? Mas não o deixe por mais de 30 minutos. Seque depois a carne do excesso de sumo, tempere e está pronta a cozinhar. Obterá outra receita deliciosa se deixar repousar o bife uns minutos numa mistura de sumo de laranja e limão (numa porção de duas laranjas para um limão). Vire-o e depois sacuda-o um pouco antes de o confecionar e adicione o sal marinho no momento de grelhar ou fritar.